Nossos Comerciais, por favor!!



Ainda comerciais antigos

Mais alguns comerciais antigos:


Karmann-Guia - 1963 
Kibon Criança e TV - anos 60 
Kibon Kishow Sanduíche - anos 60 
Kibon me leva pra casa - anos 50 
Kibon Picolé de 30 centavos - anos 60 
Kibon Picolé com os Aqualoucos - anos 60 
Kibon Picolé com Alma - anos 60 
Kolynos Apresenta - anos 50 
Kolynos Apresenta o famoso seriado da cadela Lassie - anos 50 
Kolynos e Simps Magazin Apresentam o seriado O Homem de Virginia - anos 50 
Kolynos Família - anos 50 
Kolynos Hora Certa - anos 50 
Kombi Volkswagen cabe até uma banda - anos 60 
Kombi Volkswagen para as Freiras - 1967 
Leite Moça - anos 60 
Leite Molico Medidas - anos 60 
Leite Sol - anos 50 
Lenços de Papel Yes - anos 50 
Lojas Ducal com o casal de atores Glória Menezes e Tarcísio Meira - anos 60 
Nescafé Sobrinha - anos 50 
Óleo Saúde da Anderson Clayton com o casal de atores Cacilda Becker e Walmor Chagas 1962 
Opala Avião - 1969 
Opala com o ator Ney Latorraca - 1970 
Opala com o jogador Rivelino - 1969 
Opala com a atriz Tônia Carreiro - 1969 
Revista Veja Leia nesta edição - anos 60 
Segundo Salão da Criança com o palhaço Carequinha - anos 60 
Tecido Sintético Nycron com o ator Cláudio Marzo - anos 60 
Toddy Circo - anos 50 
Toddy Hoje com as atrizes Norma Benguell, Márcia de Windsor e Branca Ribeiro - 1958 
Toddy Instantâneo - anos 60 
Variant 1600 com o ator Rogério Cardoso - 1969 
Varig Rio-Lisboa - anos 60 
Geladeiras Westinghouse com Jô Soares - anos 60



Escrito por Mau_Mau às 06h48
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Comerciais antigos

COMERCIAIS ANTIGOS

Recebi um e-mail com um verdadeiro tesouro dos mundo da propaganda. São diversos comerciais antigos, alguns bem simplórios, outros verdadeiras obras-primas. Quem é mais novo, aproveite para conhecer e quem é mais velho, para recordar.

Açúcar União - anos 50 
Biscoitos São Luis - anos 60 
Brahma Chopp com o eterno Beto Rockefeller Luis Gustavo - anos 60 
Casas Pernambucanas - Quem bate? é o frio! - 1962 
Capitão AZA - Chamada do programa infantil apresentado por Wilson Viana - anos 70 
Cobertores Parahyba - Já é hora de dormir - 1961 
Coca-Cola e Fanta dá Prêmios - anos 60 
Coca-Cola - Tamanho Grande - anos 50 
Coca-Cola - Instrumentos - anos 50 
Coca-Cola - Isso faz um bem - anos 50 
Coca-Cola fala para a Juventude - Esta é Grande - anos 60 
Coca-Cola - Namoro - anos 50 
Coca-Cola - Obra-Prima - anos 50 
Coca-Cola Tamanho Família - anos 60 
Colônia 1010 Bozzano com o locutor Ramos Calhelha - anos 60 
Creme de Leite Nestlé - anos 60 
Damosel Perfume da Atkinson - anos 50 
Desodorante Mum com o casal de atores Eva Wilma e John Herbert - anos 50 
Elefante da Cica - anos 60 
Esso 2T Motor Oil com as Gotinhas - patrocinador do Repórter Esso - anos 50 
Esso Aditivo AdiTigre - anos 50 
Esso Extra Figuras Típicas Brasileiras - anos 50 
Esso Gasolina do Tigrão - anos 50 
Esso Gotinhas - patrocinador do Repórter Esso - anos 50 
Esso Motor Oil na Ópera - anos 50 
Esso Querosene Jacaré - anos 50 
Primeira Fenit Feira da Indústria Têxtil de São Paulo - 1958.asf 
Fósforos Fiat Lux com os soldados palitinhos - anos 50 
Fusca Volkswagen - 1962 
Fusca Volkswagen novo Chassi - 1965 
Fusca Volkswagen - carros da Polícia de São Paulo - 1963 
Fusca Volkswagen único Refrigerado do a ar - 1963 
Fusca Volkswagen único Refrigerado do a ar - 1964 
Fusca Volkswagen Regador com a música de Spike Jones - 1965 
Fusca Volkswagen com Regina Duarte - 1965 
Fusca Volkswagen Sem Molas - 1965 
Fusca Volkswagen o melhor usado - 1968 



Escrito por Mau_Mau às 06h46
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C&A

Olha, eu sei que pode parecer que estou querendo falar depois como alguém que vê o Penalty no replay, mas eu já havia até pensado em escrever algo aqui sobre essa propaganda da C&A. Só não postei porque queria gravar a propaganda, colocar no Youtube pra anexar aqui, mas não deu tempo.

Quando a vi pela primeira vez tive uma surpresa. Não me considero puritano, nem moralista, mas achei que uma propaganda de Dia dos Namorados que mostrava um casal na cama - ela de calcinha e tendo a blusa retirada e ele de cuecas - muito inadequado. E não é que o Conar achou a mesma coisa?

E nem precisei postar no Youtube. Já tinham feito...

Rede de lojas C&A tira do ar campanha considerada erótica

Reportagem deste sábado na Folha (disponível para assinantes do jornal e do UOL), mostra que a campanha do Dia dos Namorados da rede de lojas C&A teve de ser retirada de circulação em todo Brasil nesta sexta-feira por ter sido considerada imprópria.

De acordo com reportagem de Cíntia Acayaba, o Conar (Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária) e órgãos de defesa do consumidor consideraram o material televisivo e os encartes distribuídos durante a campanha --chamada "Papai-Mamãe Não!!!"-- abusivos e eróticos.

A C&A informou à reportagem que retirou a propaganda em virtude da "repercussão". A agência de publicidade responsável pela campanha, a DM9DDB negou que o material fosse ofensivo.

O Conar abriu processo com base em denúncias de consumidores. Dois pais flagraram os filhos com encartes que traziam figuras que insinuavam atos sexuais, segundo a reportagem.

O Procon elaborou um auto de infração contra as lojas, que terão dez dias para se defender. Ao final do processo, a C&A pode receber multa de R$ 500 mil a R$ 5 milhões, de acordo com a reportagem.

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Fonte:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u409879.shtml



Escrito por Mau_Mau às 12h11
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Clone

OS PERIGOS DA CLONAGEM

Há alguns anos eu mudei de canal e parei num programa onde um jornalista gorducho esbravejava contra tudo, com argumentos que mostravam uma falta de embasamento absurda. Pensei "Meu Deus, que pobreza! Será que esse canal não tinha coisa melhor para arrumar?". Cheguei a dar um apelido que fazia um trocadilho com o nome do tal jornalista: "Dá Pena", pois achava que dava pena ver alguém tão despreparado comandando um programa que se dizia jornalístico.

Mas, algum tempo depois, descobri que o tal jornalista havia tido o contrato renovado por 200 mil reais e descobri que ele estava longe de ser alvo de pena, mas de revolta. Num país onde temos tantos bons jornalistas, particularmente nas rádios, a TV insiste em nos brindar com ratinhos e seus suscedâneos.
O tal jornalista, inaugurou um estilo que se tornou marca registrada desse tipo de programa de notícias locais, geralmente com cunho sensacionalista: interromper os repórteres. Não importa o que o repórter estiver falando ou a importância da notícia, mas o "âncora" tem que interrompê-lo nem que seja para dizer "você que está assistindo ao jornal tal, preste atenção ao que o fulano está falando" e, em seguida, devolver a palavra ao repórter. Somente para interrompê-lo novamente mais adiante.

Essa moda rapidamente se espalhou, criando um novo monstro chamado Luciano Faccioli. Esse interrompe tanto os repórteres que ainda estou para ver um dia ele dizer "fulano, um momentinho que eu preciso te interromper senão eu morro de coceira. Pronto, pode voltar a falar..."

Recentemente, uma pessoa me explicou uma teoria de porque a qualidade musical caiu tanto nos últimos tempos. Achei a teoria interessante e acho que se aplica a várias outras coisas. O plano real jogou no mercado consumidor uma imensa população que antes estava na miséria e não tinha acesso à compra de CDs, TVs, etc. Isso criou um mercado enorme formado por pessoas com baixíssimo nível de instrução, baixíssimo nível cultural (que independe da instrução) e agora com capacidade de consumo. Isso explica a imensa quantidade de propagandas das Casas Bahia, Lojas Marabraz, etc. voltadas a esse público. Como o mercado fonográfico, as emissoras de TV viram o potencial de consumo desse público e passaram a dar o que eles queriam: TV da mais baixa qualidade.

Foi assim que o programa de um João Kleber durou tanto tempo. Para quem não sabe, esse programa só perdeu espaço na TV por falta de patrocinadores (nenhuma empresa queria associar seu nome ao programa) e não por falta de audiência, que era até alta para uma RedeTV.

O triste é ver que esse público de baixo nível cultural passou a determinar a programação da maioria das emissoras de TV. Quase todas criaram programas jornalisticos de final de tarde com alguém esbravejando contra tudo e contra todos, brigando ao vivo com entrevistados, criando bordões como os comediantes criam, etc.

Recentemente, numa das minhas zapeadas pelos canais, passo na Record e vejo uma figura MUITO parecida fisicamente com o jornalista gorducho do início do meu texto. Mas ainda! Sua postura, gestos e até o modo como falava eram uma clara imitação do jornalista (agora em outra emissora concorrente). Trata-se de Geraldo Luís (isso mesmo, sem sobrenome), a nova "atração" da emissora. Chacrinha já dizia que na TV nada se cria, tudo se copia. Mas o triste é ver que só se copia o  que é ruim. É a clonagem no que tem de mais perigoso.

Numa emissora que tem um jornalista como Celso Zucatelli, um exemplo de postura, elegância e bom humor, por que trazer (sei lá de onde), um clone do que eu considero uma das piores influências no jornalismo brasileiro dos últimos tempos.

Há alguns anos o Canal 21 (pertencente à Rede Bandeirantes) tinha um jornal local com o mesmo Celso Zucatelli e, logo em seguida, um nacional com, nada menos que José Paulo de Andrade, um icone do jornalismo brasileiro. Eu não perdia esses dois jornais por nada. Um belo dia, a emissora encerrou os jornais e passou a trasmitir enlatados...

Eu até acho que deveria existir sim um programa jornalístico voltado para pessoas mais simples, com uma linguagem mais acessível. Mas o problema é que, ao invés desse tipo de programa ficar restrito a uma emissora mais popular, ele se espalhou pela TV brasileira como uma epidemia. Deixando a uma parcela da população somente uma alternativa: os canais fechados de notícias. Com isso, quase toda emissora aberta lançou seu canal de notícias: Globo, Band e agora Record têm a sua versão "news" para um público MUITO restrito (já que a TV a cabo no Brasil é caríssima). E com um agravante: Você não tem opção. Se assina a NET você não tem como ter BandNews. Se assina TVA não tem como ter GlloboNews...

E assim vai o nível dos programas jornalísticos brasileiros, descendo a ladeira em direção ao seu modelo inicial: o (graças a Deus) extinto "O Povo na TV".



Escrito por Mau_Mau às 12h04
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Isso é bom?

Brasileiros 'são os que mais acreditam em propaganda'

Os brasileiros encabeçam um ranking das nacionalidades que mais acreditam em publicidade, entre 47 países pesquisados pela consultoria Nielsen.

Dois em cada três brasileiros (67%) disseram confiar em propagandas - mesmo percentual de filipinos e pouco mais que de mexicanos (66%).

Na outra ponta da lista, os dinamarqueses se mostraram os mais desconfiados em relação a anúncios (apenas 28% confiam), seguidos pelos italianos (32%), lituânios (34%) e alemães (35%).

A pesquisa, feita por internet com cerca de 24,5 mil pessoas, teve como objetivo medir a credibilidade de cada meio utilizado para fins publicitários.

O levantamento mostrou que existe um "jeitinho brasileiro" de confiar em anúncios. Por exemplo: brasileiros confiam mais em anúncios de jornais que no velho boca-a-boca (83% contra 81%).

No ranking geral, essa relação é inversa, e o boca-a-boca supera o jornal como a primeira fonte de informação em que consumidores mais confiam (78% a 63%).

A modalidade tradicional de publicidade é apreciada principalmente nos países asiáticos, com destaque para Hong Kong (93%), Taiwan (91%) e Indonésia (89%).

Os tradicionais anúncios em revistas ganham a confiança de 80% dos brasileiros, e de apenas 56% da média das nacionalidades.

Entretanto, os brasileiros ocuparam o topo do ranking entre as nacionalidades que mais crêem em uma novidade tecnológica: as newsletters de emails.

A confiança desta modalidade chega a 79% entre os brasileiros, contra apenas 49% da média geral.

A publicidade em rádio é crível para 75% dos brasileiros, e para 54% da média das nacionalidades.

Pelos números da pesquisa, os brasileiros confiam tanto em anúncios em grandes portais de internet como em anúncios de TV (74%). A média geral para essas duas mídias é, respectivamente, 60% e 56%.

Outra diferença dos brasileiros em relação à média geral é a confiança dada a mídias geradas por consumidores, como comentários online e blogs.

Esta foi a terceira fonte de informação mais confiada pela média das nacionalidades (66%), mas uma das últimas na lista dos brasileiros (55%).

"Embora as novas tecnologias e mídias estejam desempenhando um papel importante na sociedade 'globalizada', muitas decisões de compra ainda são baseadas em atitudes culturais e nacionais adotadas com firmeza", disse o diretor gerente de Relação com o Consumidor da Nielsen, David McCallum.

Segundo ele, embora novas mídias comecem a tomar espaço das tradicionais em alguns países, o boca-a-boca continua sendo a melhor maneira de divulgar um produto.

"Nada viaja mais rápido que as más notícias. Há estimativas que calculam que as más experiências são cinco vezes mais contadas que as boas", afirmou McCallum.

"A importância de serviços ao consumidor de alta qualidade ganha ainda mais destaque."

Fonte: BBC Brasil

http://noticias.uol.com.br/bbc/reporter/2007/10/02/ult4907u120.jhtm



Escrito por Mau_Mau às 12h04
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Yuri

Um dos melhores comerciais de TV que vi nos últimos tempos é o do Banco Real. Chega a ser tocante.
Pena que seja de um banco que, na prática, não faz nada disso que é dito no comercial. Sou cliente do Banco Real há 20 anos, nunca dei um cheque sem fundo sequer e sempre concentrei todos meus negócios nesse banco. Recentemente solicitei um empréstimo de um valor relativamente pequeno e tudo que obtive foi uma taxa de juros 0,5% acima da que obtive no banco da esquina de casa, que nunca me viu mais gordo.
Insisti para que reduzissem a taxa para pelo menos a mesma do outro banco e solicitaram que eu desse meu carro (que vale mais que o dobro do valor do empréstimo) como garantia.

Isso não é bom para mim, não é bom para Roberto...
... e não é bom para Yuri, que precisa saber escolher melhor o seu banco quando for adulto.



Escrito por Mau_Mau às 06h51
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Beleza

Bem, isso está parecendo um blog religioso. Depois de combater o fumo, a bebida e a comida, agora vamos combater as mulheres bonitas...

Mas não é isso. Os últimos acontecimentos, com modelos morrendo vítimas de anorexia nervosa, fizeram algumas pessoas refletirem sobre como a mídia tem pressionado as pessoas em busca de um corpo e de uma beleza irreais. A Dove fez uma campanha (descoberta pela Val no indefectível Youtube) que, embora muitos a considerem oportunista, mostra às pessoas que nem sempre a beleza que se vê num anúncio é real. Vejam esse filme:

Para aqueles pouco habituados com a língua do Bush, a última frase diz "Não é de se espantar que nossa percepção da beleza é distorcida".  Comentários sobre o assunto serão bem vindos.



Escrito por Mau_Mau às 06h57
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Anuncios de comida


Noticia importante no site da Folha Online:

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2211200623.htm

Governo quer limitar anúncio para criança

"A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) colocou em consulta pública a proposta de resolução que limita regras de publicidade de alimentos, com foco especial em anúncios para crianças.

Entre as sugestões estão:
1) proibir a divulgação de brindes voltados a crianças e condicionados à compra de alimentos, assim como a distribuição de amostras grátis;
2) determinar que a publicidade traga alertas, como "O consumo excessivo de açúcar aumenta o risco de desenvolver obesidade";
3) limitar a propaganda no rádio e na TV entre as 21h e as 6h.

Se aprovado, o pacote valerá para alimentos com altas taxas de açúcar, gordura saturada e trans, sódio e bebidas com baixo teor nutricional. Engloba jornais, revistas, TV, rádio, internet e até jogos eletrônicos e competições esportivas.
O prazo da consulta pública começou na semana passada e se estenderá por 60 dias. Depois a Anvisa realizará audiência pública e finalizará o texto."



Escrito por Mau_Mau às 11h05
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Analgésicos

ESSA PROPAGANDA NÃO DEVE SER OUVIDA EM CASOS DE SUSPEITA DE DENGUE

Como médico, vem me irritando a falta de controle por parte do Ministério da Saúde brasileiro que tem se limitado a criar mecanismos de cobrança para profissionais e empresas que atuam na área da saúde e não cuida REALMENTE da saúde dos brasileiros.

Para o ministério, é mais importante saber quantos metros quadrados tem um consultório médico e se o cesto de lixo tem pedal ou não do que impedir que pessoas morram vítimas da automedicação.

Basta ligar a TV ou o rádio que ouvimos alguma propaganda de analgésicos dizendo que "se você estiver com febre, dores no corpo, cansaço pode ser gripe e o analgésico X resolve isso". No final, um texto padrão falado rapidamente, nos alerta que "esse medicamento não deve ser usado em suspeita de dengue". Só "esquecem" de dizer que os sintomas da dengue são EXATAMENTE os mesmos citados na propaganda. Ou seja, as propagandas incitam o povo leigo a tomar um medicamento que poderá levar a uma dengue hemorrágica e tudo isso sob o olhar complacente do Ministério da Saúde, satisfeito com o festival de taxas e registros criados para arrecadar mais dinheiro ao governo.


Casos de Dengue Hemorrágica por ano.



Escrito por Mau_Mau às 07h39
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Blob(o)

Ontem, estou eu calmamente dirigindo pelas ruas de Sampa quando dou com uma propaganda num frontlight (aqueles paineis iluminados) que me causou tamanha revolta que tive que escrever algo aqui.

Trata-se de uma propaganda do Blob, criada pela agência  Z+ Comunicação. Nela, você vê uma imagem do aparelhinho e a seguinte frase:

Compre um Blob para seu filho, antes que ele veja um amiguinho usando

Mas será que chegamos a isso? A sociedade brasileira tem se tornado progressivamente superficial, vaidosa e frívola, mas eu ainda não tinha tido essa visão tão pessimista de achar que alguém faria esse tipo de propaganda.

Então eu tenho que comprar logo um aparelhinho caro (R$ 749,00) somente para que meu filhinho mimado não fique "traumatizado" por não ser o primeiro da turminha a ter o brinquedinho?


Brinquedinho sim! o Blob é um celular com cobertura GSM e um localizador no mesmo aparelho. O produto oferece ainda serviços como: babá eletrônica, agenda, sensor de som e muitos outros.Toda a campanha é concentrada nas vantagens dos pais poderem localizar seus filhos pela internet. Afinal, para que faixa de filhos isso se destina? Para bebês serem localizados caso eles viajem para o Paraguai sem meu consentimento? Ou para uma criança sequestrada por bandidos tão burros que não joguem o Blob no rio Tietê? Ou para adolescentes tão FDP que não ligam pros pais caso passem a noite fora? Isso não se resolve com um simples celular? "Ah, mas eu não sei se eles estão realmente onde eles dizem que estão". Se sua relação com seu filho chegou a esse ponto, melhor gastar esse dinheiro com uma psicóloga...

Mas o que me irritou é o conteúdo do anúncio. Criando uma urgência artificial somente para que os filhos não sejam "ultrapassados" pelos amigos. Mais que uma necessidade (pela falsa sensação de segurança), o aparelho se torna um ícone de riqueza, consumo e status (ainda se usa esse termo?). Isso, num país com tantas diferenças sociais, onde um pai de familia não ganha por mês o valor de um Blob, chega a ser uma afronta.

O mais engraçado é que eu tinha lido há tempos uma reportagem sobre aparelhos com estas funções, criados especialmente por crianças, e que já eram vendidos no exterior. Na reportagem, as crianças entrevistadas detestaram o aparelho, que mais parece uma babá eletrônica. Um dos meninos disse que, se aparecesse com algo assim na escola, seria alvo de piadas. As crianças que querem um celular, o querem para ser parecidos com adultos. Não para serem rotulados como crianças. E o Blob praticamente tatua "Criança" na testa delas...



Escrito por Mau_Mau às 05h04
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Noticia do site : http://www2.uol.com.br/interpressmotor/noticias/item15242.shl
"A equipe Red Bull Racing desembolsou R$ 37 mil para desfilar seu carro de Fórmula 1 no último dia 19 pelas ruas de São Paulo. A informação é de uma fonte graduada da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), segundo a qual a escuderia chegou a reclamar pelo fato de ter de pagar aos cofres públicos para realizar a ação promocional. “Não existe almoço grátis. Foi preciso fechar todo um percurso pelas ruas da cidade. Alguém tinha de pagar por isso. Senão quem iria pagar seria a população”, disse a Interpress Motor. O carro, pilotado pelo alemão Michael Ammermuller, percorreu no início na última quinta-feira 7,7 quilômetros entre o Teatro Municipal (de onde saiu às 5h42 da madrugada) e o parque Ibirapuera, passando pela avenida 23 de Maio. Todo o trajeto foi percorrido em três minutos e meio."

Sinceramente, acho que 37 mil reais para fechar o trânsito de 7,7 quilômetros de avenidas importantíssimas da maior metrópole do Hemisfério Sul tá muito barato. Quem anda pelas ruas paulistanas sabe que não tem domingo, não tem madrugada, tá sempre cheio. E muitas das avenidas bloqueadas são acessos a hospitais.
Essas empresas agem como se a America Latina estivesse à venda. É só pagar que eles "vendem" as ruas para eles. Tá barato e muito barato, deviam ter cobrado 370 mil isso sim...



Escrito por Mau_Mau às 17h31
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Suplemento alimentar

Hoje não falarei especificamente de nenhuma propaganda, mas sim de um grupo cada dia mais frequente.

Desde que foi criada a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, houve uma divisão (a meu ver artificial e falha) entre medicamentos e, "aquilo que não se pode chamar de medicamento". A este segundo grupo, foi dado o nome - bastante genérico - de Complemento Alimentar, Suplemento Alimentar ou Complemento Nutricional, conforme a época e a moda.

Desde então, a coisa mais comum que ouvimos nessas propagandas feitas em programas vespertinos é "esse produto não é um remédio, mas um complemento alimentar" como forma de burlar o controle feito pela Anvisa.

A LEGISLAÇÃO
Em 1994 o Ministério da Saúde fez reuniões, para discutir a legislação de alimentos para "fins especiais" e, dentro disso que deveria se restringir "dietas especiais" (diabéticos, hipertensos, redução de peso etc.), entendeu de discutir também os chamados "complementos nutricionais". Os especialistas convidados opinaram no sentido de se liberar, como "complementos", apenas as vitaminas e minerais, conforme preconizava o Codex Alimentarius dos EUA, ficando os demais produtos para uma futura normatização, sob a denominação "alimentos funcionais". Contudo, já em março de 1995, o Ministério da Saúde estabeleceu normatização para os complementos e, além das substâncias ou nutrientes reconhecidos (vitaminas e minerais), incluiu produtos diversos, como espirulina, levedo de cerveja, óleo de fígado de cação, lecitina etc. (Portaria SNVS 19/95).

PORTARIA N° 19, DE 15 DE MARÇO DE 1995
Considerando que os nutrientes destinados a complementar uma dieta normal devem ser reconhecidos como alimento comum, tendo em vista que não são destinados a fins dietéticos específicos; Considerando que os complementos nutricionais não estão destinados a 
tratar deficiências nutricionais e tampouco modificar funções corporais e/ou mentais; Considerando que os complementos nutricionais não podem ter indicações medicamentosas, resolve:
1- DEFINIÇÃO
Complemento Nutricional é um produto elaborado com a finalidade de complementar a dieta cotidiana  de uma pessoa saudável, que deseja compensar um possível déficit de nutrientes,  a fim de alcançar os valores da Dose Diária Recomendada (DDR).O Complemento Nutricional  não substitui o alimento, não podendo ser utilizado como dieta exclusiva. Nota:  O termo Complemento Nutricional passa a substituir os termos Complemento Alimentar, SUPLEMENTO ALIMENTAR e Suplemento Nutricional. 
Excluem-se  desta categoria: -produtos que contenham substâncias medicamentosas ou indicações terapêuticas; -aminoácidos de forma isolada ou combinada; -produtos fitoterápicos isolados associados de ação terapêutica.
(Essa portaria foi revogada pela Resolução RDC nº 253, de 15 de setembro de 2005)

Logo depois, em julho de 1995, essa norma seria substituída por uma versão revista e reduzida, que excluía vários daqueles "complementos", como a lecitina e a espirulina. Via-se, ali, uma primeira frustração na tentativa de padronizar os produtos, dada a dificuldade de estabelecer parâmetros de identidade e qualidade.

Cabe salientar que, na primeira versão, o termo Complemento Nutricional foi estabelecido em substituição aos termos Complemento Alimentar, Suplemento Alimentar e Suplemento Nutricional. Já na segunda versão, o termo Suplemento Nutricional foi ressuscitado, restringindo-se então a aplicação do termo Complemento Nutricional, de onde se explicaria, então, que diversos produtos, como lecitina, gelatina, espirulina fossem excluídos da norma.

Desde 1998, a Anvisa passou a elaborar regulamentações técnicas para análise de novos alimentos e ingredientes, incluindo aqueles com propriedades funcionais ou de saúde. A indefinição do conceito em parte por causa da excessiva abrangência da regulamentação elaborada, em 1999, pela Anvisa. A regulamentação é tão vaga e ampla que qualquer coisa, que sabidamente é boa para a nutrição, pode ser classificada como alimento funcional. Tudo leva a crer que a regulamentação seja abrangente para permitir que várias coisas, mesmo diferentes, sejam assim classificadas como complemento nutricional.

Mas é conhecido que não basta regulamentar a rotulagem, impedindo que nele conste alguma propriedade medicinal, pois tanto no Brasil, como também na Europa e nos Estados Unidos, tem sido prática usual adicionar, ao que o rótulo oficial informa, folhetos promocionais, que são disponibilizados na própria loja, e onde então se registram várias propriedades funcionais e medicinais que, sem comprovação científica, estão proibidas de transcrição nos rótulos.

AS PROPAGANDAS
Aproveitando-se dessa confusão, gerada pela própria Anvisa, muitas empresas - sem nenhuma tradição farmacêutica - encheram os espaços publicitários das TVs, dos rádios e revistinhas de venda direta com propagandas de substâncias que curam até calo, "mas não são medicamentos e sim complementos alimentares".
Ora, quem leu a portaria viu que complemento alimentar não pode ter indicação terapêutica (não pode ser usado para tratar uma doença), sendo que o mais comum nessas propagandas é justamente elogiar as propriedades curativas (até sobre o câncer) do produto. Tudo isso debaixo das barbas da Anvisa.

Como a ressalva "não é remédio, é um complemento alimentar" diversos produtos vêm sendo vendidos nesses "merchands" de programas voltados a donas de casa com as promessas mais variadas de benefícios sobre a saúde. Destes "merchands" concluímos que não existiria um só gordo no mundo se todos tomassem algum produto milagroso que emagrece sem dieta e sem exercícios físicos.

O mais absurdo atualmente é a venda, pela TV, de um livro sobre o tratamento da artrose que, ao ser comprado, vem com dois frascos de Condroitina/Glucosamina (dois componentes do líquido que envolve as articulações normalmente prescritos por médicos para artrose) com a resssalva de serem "complementos alimentares". Nenhuma das duas substâncias poderia ter esse nome, visto que, embora componentes naturais, mas não fazem parte de dieta alguma. Ser "natural" não é garantia de não fazer mal (Basta ver a Cicuta, poderoso veneno tirado de uma planta). Ser um componente normal do organismo humano também não garante isso, uma vez que ninguém pretende ingerir fezes ou urina (componentes do corpo saudável) ou mesmo utilizar adrenalina ou algum hormônio como se fosse comida. Mas o pior de tal produto ser difundido como se fosse um chá é deixar nas mãos do próprio paciente a responsabilidade pelo auto-diagnóstico de artrose. Nem toda dor nas juntas é artrose. Nem toda dor em idoso é artrose. E esse povo vai comprando o livrinho e tomando Glucosamina e Condroitina como se fosse vitamina.



Escrito por Mau_Mau às 17h22
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Cigarro

QUEIMANDO DINHEIRO


Absolutamente QUALQUER coisa, bem propagandeada, pode se tornar um sucesso. Alguns políticos brasileiros são um exemplo disso. Mas talvez a maior prova disso seja o comércio de cigarros.
Alguém pega o dinheiro que suou para ganhar, vai a uma loja, compra um pacotinho cheio de rolinhos de papel. Bota fogo numa ponta e coloca a outra na boca. Aspira a fumaça e, com isso, nicotina, alcatrão e mais dezenas de substâncias danosas ao organismo. Em poucos segundos esse rolinho acabou. Em um dia, ou menos, o pacote de rolinhos acaba e a pessoa compra outro. Se alguém tirasse todos os dias dessa pessoa o valor de um maço de cigarro, com certeza ela ficaria revoltada e diria que estava mais pobre por culpa desse ladrão. Mas não liga em literalmente queimar seu dinheiro enquanto aspira a fumaça...
Obviamente, para que as pessoas façam uma estupidez como essa, as propagandas precisam fazer com que ela creia que esse hábito será interessante por algum motivo.

Como a indústria de cigarros tem bastante dinheiro para gastar, as propagandas desse produto costumam estar entre as melhores tecnicamente. Belas cenas, belas músicas, e péssimas mensagens subliminares.
As primeiras propagandas faziam os homens acreditarem que seriam mais másculos fumando. Por anos o "Homem de Marlboro" desfilou sua masculinidade sobre um cavalo, com um ar sério e confiável. Isso até morrer de câncer de pulmão há alguns anos.

Mas os fabricantes de cigarros não se conformaram com esse mercado reduzido, de homens cuja masculinidade precisava de um cigarro para se afirmar e atacaram um mercado até mais fácil: as mulheres. Toda mulher, para se sentir independente, inteligente, moderna e liberada tinha que fumar. É claro que, ao fazer isso, ela se tornava dependente e mostrava ter pouca inteligência, mas aí já era tarde...
Cheguei a testemunhar uma época onde fumar era um hábito muito mais feminino que masculino. Isso até tem uma explicação, uma vez que as mulheres têm mais dificuldade em largar o cigarro, aparentemente por problemas de receptores hormonais.
 
Foi quando a indústria notou que, quando essas mulheres morressem (o que ocorreria logo), o mercado se retrairia. Então foi a época das belíssimas propagandas de cigarros com rock (geralmente Journey) ao fundo e imagens de esportes radicais. De tempos em tempos esse estilo de propaganda ainda volta a ser utilizado. Lembro de uma particularmente infame, onde um grupo de jovens vai com veleiros num grupo de ilhas paradisíacas e, após cenas mostrando a dificuldade para chegar no centro desse grupo de ilhas, param e fumam um cigarro, levando para um local isolado a poluição que deveriam deixar em suas casas.

Isso foi concomitante com o patrocínio maciço da Formula 1, a ponto da gente estranhar quando a Lotus deixou de fazer propaganda do John Player Special e da MacLaren parar com o Marlboro, etc.
Uma vez que o público mais esportivo estava garantido, faltava os intelectuais. Foi a época do lançamento do Free no Brasil. Onde cada propaganda mostrava um homem ou mulher bastante diferenciado, morando em belos apartamentos, ouvindo jazz (que alguém rotulou como sinal de inteligência, não sei bem por que), fazendo projetos arquitetônicos e, é claro, fumando Free. Diziam que era uma "questão de bom senso". Não sei bem o que isso significava, mas os intelectuais adoraram. Para reforçar essa imagem, ainda patrocinaram o Free Jazz Festival, difundindo outra droga, além do tabaco, entre os brasileiros...

Mais recentemente, as propagandas foram ainda mais espertas. Como não era mais possível legalmente focar no público adolescente, os publicitários fizeram o seguinte: propagandas aparentemente comuns, mas com uma trilha sonora toda formada por músicas que eram apreciadas por jovens dos 13 aos 15 anos, não por adultos. E bingo!! Hoje, qualquer pessoa que ande pelas ruas pela manhã, quando os adolescentes estão indo paras as escolas, vê os bons efeitos dessa campanha sobre essa faixa etária.

Nos últimos tempos, algumas medidas foram tomadas para reprimir as propagandas de cigarro na TV, Radio, etc. Mas quem tem dinheiro sempre acha uma alternativa. Recentemente, uma novela da Globo mostrou um personagem que fumava o tempo todo. Detalhe, o ator é famoso por atrair as mulheres e, portanto, serviria de modelo para muito homem frustrado.

Fortunadamente, já temos tratamentos para esse vicio, inclusive uma medicação que tem um índice bastante alto de eficiência (maior em homens, pelos motivos já expostos). Curiosamente, para se comprar a medicação, é necessário uma receita de medicação controlada. Já para comprar cigarros...



Escrito por Mau_Mau às 11h16
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Saudade

Para não me acusarem de só meter o pau (já que no outro blog essa acusação é recorrente) vou falar de uma propaganda que me surpreendeu ao me emocionar. Trata-se do filme criado pela F/Nazca para anunciar as promoções da Claro para o Dia dos Pais e destaca o aparelho V3 Black .

O filme mostra uma menina segurando o celular V3 Black, da Motorola, na beira do mar para captar o som das ondas. Na seqüência ela capta o rangido do portão, o toque de um mensageiro de vento, o canto de um passarinho e outros sons de sua casa. Por último ela capta o som do ursinho de pelúcia e pergunta: “E aí papai, matou a saudade?"

Acho que uma boa propaganda deve ser assim. A primeira vez que assisti fiquei intrigado querendo saber por que a menina estaria registrando aqueles sons, tão prosáicos, e o final não só justificou como revelou uma ligação de afeto entre pai e filha, nos lembrando de como temos saudades dos sons simples de nossa casa, do lugar onde vivemos com quem amamos.
Não tem piadinha, não tem sexo e não tem computação gráfica. Só uma menina e uma música melancólica. Coisa de gênio...
Quem quiser assistir a essa propaganda, pois nem todo mundo vive onde tem Claro, coloquei o video no Youtube.


FICHA TÉCNICA:
 
   Título: Saudade
    Direção de Criação: Fabio Fernandes, Eduardo Lima
    Criação: Eduardo Lima, Ricardo Jones, Airton Carmignani
    Direção: Gustavo Leme
    Produtora: Delicatessen, Produtora Associados
    Pós Produção: Tribbo Post



Escrito por Mau_Mau às 05h18
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BEBA UMA GELADA E ENTRE NUMA IDEM


Não tenho nada contra cerveja. Embora só aprecie em dias muito quentes e prefira outras bebidas alcoólicas em dias mais frios. Mas todo homem que gosta precisa saber de algumas coisas:


1 - Na vida real, NUNCA que a Juliana Paes iria se interessar por um homem com a cara e o corpo do Bussunda (que Deus o tenha). Muito menos por ele beber essa ou aquela marca de cerveja.
2 - NENHUMA mulher gostosa toma cerveja, pois é a bebida alcoólica que mais engorda (é um alimento muito forte) e dá celulite (pelo gás). Elas geralmente preferem os destilados, particularmente vodka.
3 - As mulheres tendem a não gostar de homens que tomam muita cerveja visto que, de todas as bebidas alcoólicas, é a que dá o bafo mais desagradável.

Portanto, ao ver essas propagandas onde um homem é assediado por mulheres gostosíssimas só por ele estar tomando uma certa marca de cerveja, entenda que o mais provável é que estejam mostrando um caso de alcoolismo grave e o indivíduo em questão já está delirando.


Lembram quando as propagandas de cerveja tinham que ser pensadas (pelos criadores)?? Como a da Kaiser com o baixinho de bigode ("A Kaiser é uma grande cerveja...")? Uma das obras primas da DPZ.

  
Aí veio a fase "infanto-juvenil" das propagandas, com tartaruguinhas e siris engraçadinhos que tomavam cerveja (na vida real, ambas as espécies morreriam se tomassem tal bebida). Pelo que soube, em boa hora, o Juizado da Infância e Juventude não gostou dessas propagandas que pareciam voltadas a um público que deveria estar longe da cerveja e as agências tiveram que mudar o foco.

 
Foi quando descobriram que a coisa mais fácil a se fazer era copiar as "folhinhas" de borracharia: colocar um monte de mulher gostosa tomando cerveja ou se insinuando para homens tomando essa ou aquela marca.

O mais engraçado (ou triste, dependendo do ponto de vista) é que essas propagandas parecem fazer os trouxas que consomem cerveja acreditar nisso e eles tomam a "loira gelada" esperando que uma igual - porém quente - apareça e pule no seu colo. Aprecie com moderação, mas sonhe à vontade...



Escrito por Mau_Mau às 06h59
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